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Animais sofrem com o calor

No verão, as pessoas costumam ir a clubes, cachoeiras, viajam para cidades de praias, tentando se refrescar e aproveitar os dias ensolarados. Elas protegem a pele, usando filtros solares e, para evitar a desidratação, ingerem bastante líquido. Os animais também sentem calor e, assim como os humanos, precisam de cuidados para não sofrerem tanto no período.

O veterinário Edney Reis explica que os cães não suam pela pele para controlar o calor do corpo. “A troca de calor é feita pelo ofego, por isso, os animais colocam a língua para fora, principalmente, quando o tempo está mais quente e quando correm.”

O veterinário Richard Villiger afirma que na estação mais quente do ano, os proprietários de cachorros com pelos longos devem fazer a tosa e mantê-los mais curtos. “Devem também fazer a tosa higiênica, aquela que é feita na barriga e no períneo”, acrescenta.

Quanto aos banhos, a orientação é dar uma vez por semana em animais de pequeno porte. “Devido à oleosidade da pele do cachorro, se não for dado o banho a cada sete dias, o cão começa a exalar um cheiro de murrinha. E como os animais menores ficam dentro das residências, o odor pode incomodar”, diz Villiger. Se o animal for de grande porte, o banho pode ser dado quinzenalmente.

O veterinário diz que os bichos aumentam o consumo de água no calor. Portanto, os donos devem sempre deixar água fresca na vasilha. O ideal é que os potes fiquem em locais arejados e com sombra para a água não esquentar. É possível também que os animais diminuam a quantidade de ração ingerida ou que mudem o horário de sua alimentação, para quando o dia estiver mais fresco. Reis recomenda tentar manter o peso do animal, pois os obesos são os que mais sofrem no verão.

Villiger comenta ainda que é comum o cachorro ficar mais espalhado no chão e sem resistência para atividades físicas. É bom evitar os passeios nos horários entre 10 h e 16 h. “O cão que fica exposto ao sol corre o risco de ter uma insolação”, afirma.

Segundo Reis, no verão as pulgas são mais frequentes. “A umidade favorece o desenvolvimento da larva”, explica. Outro problema típico da época é a hipotermia. “Os animais obesos e os de focinho curtos são os que mais sofrem.”

O veterinário diz que os animais nesta época apresentam também doenças de pele, ocasionadas pela umidade. Villiger declara que o principal sintoma é a falha na pelagem. “Neste período há a troca de pelos na maioria dos cachorros, entretanto, se começar aparecer falhas e cair pelos em quantidades anormais, pode ser sinal de problemas de pele.”

Fonte: Acessa
 
 

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